Voltei para casa já na penumbra da noite com os pés pesados, o coração apertado, mas já sem mais choro. Só um súbito rancor que me queimava por dentro. Salvatore tentou conversar, mas eu ignorei ele todo tempo possível , eu fazia de conta que não o via, que não o ouvia, como se ele fosse invisível.
Quando deitamos, ele se aproximou na escuridão da cama. Eu senti a sua presença, o cheiro que já conhecia de memória, e a respiração quente no meu ouvido:
__ “O que você viu hoje foi um erro”, dis