O quarto estava tenuemente iluminado, banhado pela luz fraca que filtrava pelas cortinas. O ar tinha um peso estranho, carregado com tudo o que havia acontecido na noite anterior. Eu ainda sentia a presença daquilo em cada fibra do meu ser, como se os eventos recentes se recusassem a desaparecer.
Alonzo estava em frente ao espelho, ajustando a camisa com movimentos precisos e controlados, como se o seu mundo inteiro dependesse de cada botão que abotoava. Parecia imperturbável, mas eu sabia que