GABRIEL
— COMO ISSO É POSSÍVEL?! — Minha voz ecoa pelo cômodo enquanto fecho os punhos com força. — Duas vezes! Duas malditas vezes seguidas ela desaparece, some no ar como se nunca tivesse existido! Nem essa porcaria de reconhecimento facial é capaz de achá-la!
— Calma, primo, esse sistema deve ter dado algum defeito… Não é mesmo, Frederico? — Érico lança um olhar ao programador, esperando uma resposta.
Frederico engole em seco antes de responder:
— Sinto muito, senhor, mas não há erro algum.