Carioca
Sentado na mesa de concreto do pico do morro, olho pro horizonte e depois pro céu.
Minha cabeça tá fervendo, mas não é pelo calor de 38° que faz no Rio de Janeiro no momento, e sim, pelas ideias trabalhando no meu cérebro.
Penso, analiso muita coisa, relembro alguns detalhes.
Ligo pro hacker que atende com a voz de sono, fodä-se, ele é sempre muito bem recompensado.
— Vou te mandar por mensagem, o nome de uma pessoa que já morreu, mas que provavelmente a conta do Instagräm ainda es