Assim que terminei de falar, ele ficou me olhando por um longo instante e, em seguida, senti suas mãos grandes agarrarem minha cintura e me erguer do chão com facilidade.
Como se eu fosse leve como uma pluma, e instintivamente enrosquei as pernas ao redor dele. Seus braços fortes me sustentavam, firmes e inabaláveis, enquanto seus olhos azuis, agora escuros como uma tempestade noturna, devoravam os meus.
— Eu sei que você está armando alguma coisa, ovelhinha — murmurou ele, a voz rouca e grav