Um pouco de doce...
Jaqueline
O motorista havia colocado as malas cuidadosamente no porta-malas da SUV quando com o coração apertado, permaneci abraçada aos meus pais. Alexandre se despediu primeiro, abraçando meu pai e minha mãe com respeito e carinho, prometendo sempre cuidar muito bem de mim.
– Vou sentir tanta saudade de vocês… minha voz saiu embargada.
Meu pai fez um carinho no meu rosto, com os olhos marejados.
– Você sempre será minha menina, Jaqueline. Mesmo que um dia… aceite o Edgar como pai.
– Isso não vai acontecer, pai. Você é o único pai que eu reconheço.
Minha mãe, tomada pela emoção, segurou meu rosto com as duas mãos e depositou um beijo demorado na minha testa.
– Vai com Deus, meu amor.
Meus primos e tios logo se aproximaram para quebrar a tensão. Pollyana me abraçou, enquanto Tadeu e Valentim, sorriam.
– Qualquer dia desses eu apareço por lá e levo o Tadeu junto. Disse o Valentim, dando um tapinho no ombro do primo. – Esse aqui é muito tímido, vai ser bom para ele passear.
Todos riram,