Talvez, só talvez, o pesadelo estivesse começando a ter um fim.
Caleb
Eu estava na sala, deitado no sofá, com um copo de café frio na mão e a cabeça a mil. O relógio marcava quase nove da noite, e eu já tinha tentado de tudo pra não surtar — TV, leitura, até organizar papéis da empresa — mas nada fazia minha mente parar.
Então, quando ouvi o barulho do portão se abrindo, me levantei num pulo.
Era o som do carro do Nicolas.
Abri a porta antes mesmo dele bater.
— Cara, até que enfim — falei, aliviado, quando vi ele saindo do carro.
Ele largou a mala no chão