POV: Aslin Ventura
Tranquei-me no quarto com as mãos trêmulas. Fechei a porta e desabei no chão, sentindo as lágrimas queimarem meu rosto. Eu não sabia quanto tempo havia passado desde que Cinthia caiu no chão. Desde que a vi fingir. Desde que vi Carttal defendê-la.
Cerrei os dentes. Meu peito doía, mas não era uma dor física. Era algo mais profundo, como se tivessem me rasgado por dentro.
Do outro lado da porta, ouvia sua voz. Ele me chamava. Batia na madeira. Mas eu não queria ouvi-lo. Tapei