Abro os olhos e a claridade do quarto me obriga a fechá-los imediatamente. Depois de me adaptar melhor, percebo que estou em um quarto branco. Tenho uma intravenosa inserida na mão.
Ao olhar ao redor, meu olhar para no homem elegantemente sentado em uma poltrona de couro preta, enquanto digitava rapidamente em um notebook que mantinha sobre o colo.
— Vejo que já acordou — diz ele sem levantar os olhos do computador, me desconcertando, pois não esperava que falasse comigo.
— O que você fez com o