Acordei com o calor familiar de Krampus ao meu lado, seu braço pesado repousando sobre minha cintura. Ele ronronava baixinho, um som quase imperceptível, mas que fazia meu corpo vibrar levemente. Abri os olhos devagar, ainda tentando entender o que estava acontecendo. Era estranho, mas eu sabia que ele estava completamente relaxado, em paz.
Mesmo assim, eu não conseguia relaxar da mesma forma. Me mexi para tentar sair, mas ele apertou o abraço por reflexo, murmurando algo inaudível.
— Krampus..