Os olhos dele se abriram devagar, piscando algumas vezes antes de focarem em mim, sentada ao seu lado. Por alguns segundos, nenhum dos dois disse nada, o silêncio carregado de tudo que ainda precisava ser dito.
— Eliz... — A voz saiu rouca, fraca, mas inconfundivelmente aliviada ao me encontrar ali.
Levantei-me imediatamente, o corpo reagindo antes mesmo que a mente decidisse o que fazer.
— Você acordou.
— Há quanto tempo você está aqui?
— Desde que você desmaiou.
Ele tentou se sentar, o esforç