Acordei na manhã seguinte com um cheiro estranho e agradável flutuando pela casa — algo entre floral e terroso, misturado a notas mais fortes que eu não conseguia identificar de imediato. Segui o aroma até a cozinha, onde encontrei Briana debruçada sobre a bancada, cercada por pequenos potes de vidro cheios de folhas secas, raízes e flores de cores variadas.
— Bom dia — disse ela, sem erguer os olhos do trabalho, as mãos ocupadas triturando algo num pilão de pedra. — Dormiu bem?
— Melhor do que