O acerto de contas (II)

— Você não sabe nada sobre a minha mãe. E jamais saberá o quanto ela era especial. E você pode ter torturado ela por anos, mas jamais conseguiu tirar o que ela tinha de mais importante: a dignidade.

— Dignidade? — ele gargalhou. — Sim, ela era digna. Digna de chupar o meu pau. Nada mais.

— Eu te odeio. E vou te matar. — O encarei, sentindo a lágrima morna rolar pela minha bochecha.

— D&eacut

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