Rosário
A escuridão da tardezinha já começava a tomar conta do quarto. Eu continuava ali no escuro do quarto-forte, sentada no chão e encarando o nada, quando escutei o som da porta principal do quarto abrindo.
Logo em seguida, passos lentos se aproximaram. O Alejandro tinha conseguido entrar.
Ele bateu fraco na porta do quarto-forte, e a voz dele veio baixa, arrastada:
— Rosário... Amor, você não desceu para comer nada o dia inteiro. Eu trouxe uma bandeja para você... Por favor, come um pou