Acordei no sábado com o celular vibrando tantas vezes sobre a mesa de cabeceira que, por alguns segundos, achei que tivesse esquecido algum alarme. Rafael ainda dormia ao meu lado, virado de costas, com um braço jogado sobre o travesseiro que costumava reclamar que eu roubava durante a noite. Peguei o aparelho tentando não acordá-lo e encontrei mensagens de Renata, André, Célia e até de dona Marlene, o que nunca era um bom sinal quando acontecia antes das oito da manhã. O primeiro vídeo enviado