Kamila
Acariciei a bochecha dele com o polegar, sentindo um nó na garganta que voltava a se formar, dificultando um pouco a minha respiração e me fazendo segurar as lágrimas para não chorar enquanto falava. O rosto dele, tão estático e calmo, parecia zombar das minhas doces memórias, como se dissesse que aquilo era passado e que nada mais seria igual.
Eu desejava profundamente ver qualquer sinal de reação, um tremor nas pálpebras, um suspiro que fosse, algo que me dissesse que ele estava ali,