Ele me conhecia. Pior — ele me lia.
A forma como me tocava, como me olhava, como dizia o meu nome entre os dentes, como se pertencesse a ele. E eu… eu estava me deixando pertencer.
Aquele homem era tudo que eu devia manter longe. Giovani Ferreti não era só o meu noivo por conveniência. Ele era a fronteira entre o que eu fui ensinada a ser e o que, secretamente, eu queria me tornar.
Não sei em que momento o toque virou entrega. O beijo virou necessidade. As palavras viraram refúgio.
Só sei que,