Capítulo 62
Augusto permaneceu ao lado da cama, observando Patrícia dormir. Ele passava os dedos de leve pelos cabelos dela, como se aquele simples gesto pudesse protegê-la de tudo.
A porta se abriu suavemente, e a médica retornou com uma prancheta em mãos e um semblante atento.
— Senhor Avelar? — ela chamou baixo, sem querer incomodar.
Ele se levantou, indo até ela no canto do quarto.
— Sim, doutora. O que houve? É algo grave?
Ela olhou para a prancheta, depois para ele, com um meio sorriso.
—