Quando meus pulmões precisavam de ar, deixei os lábios dela e deslizei os meus por seu pescoço, deixando beijos molhados enquanto sentia seu perfume e seu calor, ouvindo-a arfar enquanto suas mãos desciam por minhas costas.
— Você não deveria fazer isso, sabia? — sussurrei, mordiscando o lóbulo da orelha dela, percebendo os pelos finos do corpo dela se arrepiarem. — Eu sou um cafajeste, lembra?
— Eu sei… — ela respondeu levando uma das mãos para meu queixo e me puxando de volta para si, beija