Ele se aproximou mais alguns centímetros, o nariz quase roçando o meu, a tensão entre nós estalando como eletricidade pura.
— Ah, eu tenho algumas ideias — murmurou, a voz vibrando direto na minha espinha.
Ele estava ali, me cercando com aquele braço musculoso apoiado no portão, exalando aquele cheiro de perigo que era o meu ponto fraco. Mas eu? Eu decidi que, hoje, quem daria as cartas seria eu.
Dei um passo para frente, eliminando os últimos milímetros de ar que nos separavam. Inclinei o rost