Respirei fundo, engolindo o orgulho que ainda tentava gritar dentro de mim.
— Mano... — comecei, a voz saindo mais grossa do que eu queria. — Vim me desculpar. Por ter duvidado de você. Fui um cuzão.
Estendi a mão, a direita, a mesma que tinha sangrado na parede. O Caio olhou para a minha mão, depois para o meu rosto. Por um segundo, achei que ele ia mandar eu me foder. Mas ele segurou a minha mão e apertou forte.
— Esquece, Patrick — ele disse, e a voz dele estava cansada pra caralho. — Eu ter