Vitória acordou com o inconfundível barulho do alarme de seu celular, programado para as oito e meia da manhã, como de costume, apesar de naquela noite ela ter dormido bem mais tarde do que na maioria delas, o que o tornava bem mais incômodo. Desligou-o rapidamente, batendo logo os olhos no reluzente objeto que há alguns dias enfeitava sua cabeceira, e ligando o mesmo, para ouvir um som mais agradável, enquanto utilizasse os próximos cinco minutos para alongar algumas partes do corpo antes de s