O quarto ficou tenso depois que Liana desmaiou.
O corpo dela estava finalmente imóvel sobre o leito, o peito subindo agora em um ritmo controlado pela sedação, as veias arroxeadas ainda visíveis sob a pele clara, como marcas de uma batalha que não tinha terminado, apenas sido pausada à força. O cheiro de sangue começava a se dissipar, mas o cheiro de magia ainda estava ali, da magia dela.
As enfermeiras se afastaram um pouco, exaustas, trocando olhares incertos, porque nenhuma delas já tinha vi