Eu não dormi.
Não de verdade.
Deitei, fechei os olhos, cumpri o protocolo básico de um ser humano funcional… mas descanso exige silêncio interno — e o meu cérebro decidiu abrir uma assembleia geral às três da manhã.
Sem pauta.
Sem encerramento.
Com direito a replay de cada detalhe desnecessário.
Principalmente os recentes.
Principalmente ela.
Quando o carro parou em frente ao prédio, eu ainda carregava aquela sensação específica de algo fora do lugar. Não era agenda. Não era prazo. Não e