Eu deveria ter previsto que ele não lidaria bem com luz natural.
Mas, honestamente, Nate Blackwell parece alguém que só aceita iluminação em três formatos: escritório, tela de reunião e crise.
E nenhum deles envolve cortina sendo aberta com alegria às sete da manhã.
Eu entrei na casa dele cantarolando.
Sim, cantarolando.
Não uma música específica — isso seria comprometedor demais — mas aquele tipo de melodia aleatória que pessoas irritantes produzem quando acordam sem trauma recente.
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