Eu acordei com a sensação mais humilhante possível: a de estar sendo julgado em silêncio.
Não era sonho. Não era paranoia pós-noite mal dormida. Era real.
Abri os olhos devagar — erro clássico — e a primeira coisa que vi foi ela.
Tessa.
Sentada.
Na minha frente.
Tomando café.
Me encarando como se eu fosse… um experimento.
Meu cérebro levou meio segundo para processar. No seguinte, meu corpo decidiu agir por conta própria.
— QUE DIABOS!
Eu caí da cama com um barulho seco, levando o lenç