Ponto de vista de Vitória.
Os passos leves de Francesca ecoaram pelo piso de madeira, aproximando-se da poltrona onde eu estava encolhida.
Mantive as pálpebras coladas, controlando a minha respiração para parecer o mais natural possível, embora o meu peito subisse e descesse com pressa.
“Por favor, não perceba nada”, roguei mentalmente, sentindo o suor frio brotar na minha nuca.
— Ah, que bom que não acordei as crianças — murmurou ela, num tom baixo.
Abri os olhos devagar, piscando algum