Ponto de vista de Vitória.
Em algum momento, fui envolta por uma calma forçada e acabei dormindo.
Quando despertei, senti a textura áspera do lençol contra a minha pele antes mesmo de conseguir abrir os olhos.
Pisquei devagar, tentando ajustar a visão turva à luz branca e incômoda que vinha do teto.
Senti uma agulha presa ao dorso da minha mão esquerda e o peso gessado ao redor do meu tórax. "Onde está o meu filho?", pensei, em um sobressalto de pânico que fez o monitor ao lado disparar.
A po