Hannah Brooks.
Quando finalmente atravessamos as portas de vidro do prédio, o vento frio da noite de Toronto nos atinge de uma vez, cortando a pele, trazendo um contraste quase cruel com o calor da raiva que ainda ferve dentro de mim. Arrasto Amelie até o meio da rua, onde seus gritos agora se espalham livremente, chamando ainda mais atenção.
Mais gente.
Mais olhos.
Mais plateia.
Paro.
Finalmente paro.
— Você queria um palco, irmãzinha… — digo, sorrindo, a voz baixa, mas firme o suficiente par