Continuação...
O mundo parecia girar em câmera lenta enquanto Valerie corria até o corpo caído de Giulia no asfalto. Seus gritos cortavam o ar frio da manhã, ecoando como punhais invisíveis na alma dos que testemunhavam a cena.
"Giulia! Não, minha filha, por favor!"
Valerie se ajoelhou ao lado dela, as mãos trêmulas tentando tocá-la sem machucá-la ainda mais, lágrimas correndo descontroladamente por seu rosto. A multidão começava a se aglomerar, mas ninguém ousava se aproximar. Era como se o de