-Eu não acredito! Como o senhor me achou? -O envolvo pela terceira vez, como um polvo grudando como posso, afinal, não é todo o dia que vejo meu pai.
-Aquele funcionário. -beijo sua bochecha. Seguro suas mãos cerrando os olhos. Como sempre subornando os meus contra mim.
-O senhor aqui! Quanto tempo...
Minha mãe abraça seu velho amigo. Não sei em quais pernas andam a relação dos dois. Quando saí da casa dos Johan, creio que o convívio não chegou a ser abalado.
-Minha eterna brasileirinha.
Sorrio