Três dias depois do nosso acordo silencioso no rio, eu acordei com uma saudade absurda que não tinha nada a ver com o rancho ou com os meus caprichos.
Eu estava na cozinha, passando o café com aquela rotina mansa que tínhamos voltado a dividir, quando Gael entrou da varanda. Ele havia tirado as botas sujas e parado na porta, me olhando com aquela atenção constante que havia se instalado nos olhos dele desde que me resgatou do carro de Renato. Ele já não levantava muros de gelo; agora, ele me vi