POV: MOON BITTENCOURT
A luz fraca da manhã cortava a fresta da cortina, clareando o teto do meu quarto em linhas cinzentas. Tentei me mexer, mas um puxão ardido e latente no topo das minhas coxas me fez soltar um gemido baixo. Minha pele estava quente, completamente hipersensível; o tecido leve do baby doll roçava contra os meus mamilos ainda castigados pela sessão da noite anterior. Virei o corpo devagar, sentindo cada músculo protestar, e passei a mão pelo colchão.
Ele tinha ido embora. Mas o