— Você é tão cara de pau... — Comecei a xingar revoltada com sua frieza, por um momento esquecendo o meu temor.
— Dezenove. — Ele me interrompeu.
— Dezenove? — Questionei de olhos semicerrados.
— Dezoito. — Ele continuou diabólico, ignorando a minha raiva. — Dezessete. — Ele contou mais uma vez, olhando no fundo dos meus olhos com desejo perverso.
Queria continuar a questioná-lo, mas agulhas eram realmente a minha fraqueza.
Sabia que correndo ou não, ele usaria isso contra mim. Então eu nã