O ar na sala de estar da mansão Volttceri estava tão carregado que o som da respiração de Khaleb parecia um ruído invasivo. Olga permanecia sentada, a coluna ereta como uma estátua de marfim, segurando uma taça de cristal que continha um líquido âmbar. O silêncio que se seguiu à acusação dela sobre o "cheiro de subúrbio" foi preenchido apenas pelo tique-taque rítmico do relógio de pêndulo, que parecia contar os segundos para o colapso final daquele império doméstico.
Khaleb não recuou. Ele cami