Haidar estava percorrendo o quarto que os trigêmeos ocupariam e, de alguma forma, conseguiu evocar aquele tempo em que seu pai também se encarregou de preparar o quarto para a chegada da pequena Olivia, sua falecida irmãzinha. Ele sentiu um nó na garganta ao se lembrar do momento, e mais ainda ao se lembrar de Alexandra, que lhe havia contado sobre seu pesadelo.
Ele repassou as pontas dos dedos na borda de um dos três berços e suspirou. Era possível que o que ele tanto temia ocorresse de novo? E se Brenda também tomasse a decisão de deixá-lo?
Pensar nisso o apavorava muito.
Mas ele tinha que enfrentar a realidade; ele não podia mais esconder. Talvez ser sincero pusesse fim ao que ainda não precisava de um ponto final, mas ele também não tinha a opção de deixar em reticências.
— Haidar, você está aqui. Eu pensei que você estaria em seu escritório, mas te encontrei aqui no quarto dos trigêmeos.
Ele dirigiu o olhar imediatamente para Brenda e se forçou a esboçar um sorriso, como se nada