A ligação encerrou. Ela deixou o celular na cômoda. Talvez Takeru não fosse a melhor opção, mas precisava sair e arejar a mente saturada de tanta coisa; deixar de lado sua realidade, mesmo que fosse só por alguns pequenos instantes.
— Noa, por enquanto não surta. Tudo vai ficar bem, não se afoga em copo d'água.
Ouviu alguém bater na porta. Limpou o rosto rapidamente, tirando assim o rastro de que tinha chorado.
— Posso entrar?
— É, entra.
Ao ver a pessoa que abriu a porta, entendeu por que esta