Arthur
… Eu disse que tenho um limite.
… Você não pensou nele.
… Nenhum dos dois pensou.
… Vocês podem magoar o meu coração, me jogar no abismo.
… Mas nunca deveriam atingir o meu filho.
… Isso acaba aqui, Arthur.
Observo o restaurante agora vazio e me sirvo uma dose grande de uísque. Contudo, sinto o aparto dos dedos do Rafa no meu ombro.
— Não exagera, amigo. Ela só estava com raiva e logo vai passar. Vocês vão conversar e tudo vai se resolver.
— Não, não vai.
Bebo um gole grande da bebida.