POV: HAPHEL
Uma batida suave soou na porta, mas não me deu tempo para responder. Ela foi aberta e Soraya entrou carregando livros, como se fosse dona do lugar. Atrás dela, uma empregada trazia bandejas lotadas de comida e guloseimas. Me encolhi, mantendo o pé escondido sob o cobertor para não dar a ela a satisfação de perceber minha fraqueza. Esperei até a empregada sair e fechei o punho em torno do abajur da mesa de cabeceira, pronta para usá-lo se ela ousasse me atacar de novo.
Soraya bufou,