— Celine… abra a porta.
A voz dele estava diferente. Mais baixa. Mais perigosa. Carregada de algo que fez meu estômago apertar.
— Ou eu mesmo vou abrir.
Meu corpo congelou. Ele… faria isso? Meu coração disparou, batendo forte demais contra o peito. Parte de mim queria fugir. Outra… não queria que ele fosse.
— Não… — minha voz saiu trêmula — vai embora. É melhor para nós dois.
Respirei fundo, tentando me manter firme.
— Fique com Samantha… e me deixe ir.
O silêncio do outro lado du