Capítulo 31
Respirei fundo e engoli qualquer traço de emoção que pudesse transparecer. Não queria que Yanek percebesse o que eu sentia sobre aquilo. Eu não tinha o direito de exigir nada. Não podia ter ciúmes. Não podia querer exclusividade.

Então, segui em frente.

Yanek me puxou para si novamente, seu corpo quente e firme contra o meu. Ele me conduziu com a mesma intensidade de sempre, cada movimento seguro e dominante, mas seus olhos… não estavam em mim.

Ele olhava para a mulher nua na poltrona à frent
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