Respirei fundo e engoli qualquer traço de emoção que pudesse transparecer. Não queria que Yanek percebesse o que eu sentia sobre aquilo. Eu não tinha o direito de exigir nada. Não podia ter ciúmes. Não podia querer exclusividade.
Então, segui em frente.
Yanek me puxou para si novamente, seu corpo quente e firme contra o meu. Ele me conduziu com a mesma intensidade de sempre, cada movimento seguro e dominante, mas seus olhos… não estavam em mim.
Ele olhava para a mulher nua na poltrona à frent