Segurando um bolo, muito cheiroso por sinal observo quando Adison estende a mão e toca a campainha com detalhes dourados.
A porta com altura de mais de dois metros, me fazia me sentir um duende. A fachada da casa era quadrada, dividida entre quatro andares repletos de janelas.
A porta abre e uma mulher de cabelos castanhos curtos aparece, vestida em um vestido comprido fino.
- Oi, Elis – diz Adison com um sorriso amistoso, entrando no vestíbulo.
Ela estava incrivelmen