— Claro que não, querida! — Jeane respondeu, virando-se para entrar na casa. Lucretia sabia que a madrasta não queria que vissem a expressão irritada no rosto dela, mas viram.
Um sorrisinho se formou nos lábios da ruiva, que olhou para Rhys e caminhou até ele, dando-lhe o braço.
— Vamos, querido? — Lucretia perguntou em um tom mais do que amável. O marido riu de leve e fez sinal para que Martin os seguisse.
— Eu vou para o quarto. Fiquem à vontade. — Jeane já estava à caminho da escada. Ela