— Alô…
A voz de Lucretia saiu vazio e Kolby percebeu, claro. Porém, ele não se importava. Ele teria paciência, dessa vez.
— Lu, eu liguei pra saber como você tá. Tentei te visitar, mas… Enfim, não quero te causar problemas.
Ele usava um tom manso, quase como se fizesse um biquinho ao falar, o que lembrou a Lucretia como Deidra costumava fazer quando queria algo. Isso só fez com que ela involuntariamente torcesse a boca em desgosto.
— Estou bem. Quanto ao susto do sequestro, vou me recuperar.