Lucretia ouviu a porta se abrindo de novo. Ela estava fervendo de raiva, porém, sabia que o melhor a fazer era manter o silêncio. Sim, porque aqueles machos eram imprevisíveis. Ela não sabia quem ia havia enviado, e nem qual o objetivo real deles. Se ela passasse do limite, o que custaria matá-la? Nada.
Infelizmente, ela não podia ainda usar a conexão mental com ninguém. O jeito era esperar e ver o que aconteceria.
O macho parou em frente a Lucretia, que mantinha o olhar baixo em falsa submis