Lucretia se virou e, antes que visse alguém, sentiu o cheiro de um macho que ela não conseguia ainda discernir quem era. Ele colocou um casaco em cima dela e foi quando Lucretia olhou no rosto da pessoa.
— Senhor Graham! — ela disse, sorrindo. Aquele era um dos poucos que era gentil e agradável quando falava com ou dela.
— Não deveria ficar aqui sozinha. — Ele falou calmamente e fez sinal para indicar que queria se sentar no banco também. Lucretia arredou-se para o lado. — É perigoso.
Não era