— O meu pai pediu que fôssemos até ele? — ela perguntou, cruzando os braços na frente do peito e encarando o ômega.
— S-sim, senhorita Bellanti.
Lucretia estalou a língua e olhou para os próprios pés por um segundo, antes de levantar o rosto e olhar seriamente para o ômega.
— Entendo. Eu vou com você. Ah, e uma coisa: eu não sou “senhorita Bellanti”. Eu sou “Senhora Jarsdel”. Ou, se preferir, Herdeira Alfa.
O ômega concordou com a cabeça, abaixando-a, enquanto mantinha as mãos unidas em frente ao corpo. Lucretia fez sinal para que ele andasse e ela o seguiu para fora do quarto.
“Ele está mentindo. Não é o meu pai. Eu duvido,” ela falou para si mesma. Lucretia havia percebido como aquela pessoa remexia os dedos, nervosamente, além das gotas de suor brotando no supercílio, mesmo quando a packhouse era climatizada, então a temperatura ali dentro estava mais do que agradável. Era evidente que ele estava mentindo.
Infelizmente, sem o poder do comando como Alfa, sem a loba, Lucretia n