— Ai, parece que o trabalho nunca acaba. — Alícia suspirou.
Isabela sorriu para confortar ela:
— Você está sentindo falta de companhia, né? Quando o bebê que eu estou esperando nascer, vai precisar da sua ajuda. Aí sim, você não vai mais ter sossego.
Alícia riu feliz, os olhos brilharam.
— Mal posso esperar!
Fazia décadas que ela não pegava um bebê cheiroso e fofinho no colo.
Ela quase tinha esquecido de como a filha era quando pequena.
Ela e o marido já estavam envelhecendo.
Jorge tinha casado