— Assassinato é crime! Assassinato é crime! — Milena gritava repetidamente, tentando fazer Sandro recuperar a razão.
Mas Sandro já tinha ido embora de carro.
Ela gritou até perder a voz, mas ninguém escutou.
Quando percebeu que não ouvia mais nenhum barulho e entendeu que Sandro provavelmente tinha partido, não teve outra saída a não ser tentar se salvar, gritando por socorro, na esperança de chamar atenção.
Ela gritou sem parar. A garganta ficou em carne viva, mas não apareceu sequer uma alma.