O rosto de Clara ganhou um leve tom rosado, como flores de pessegueiro desabrochando na primavera, delicado e encantador. Diante da pessoa que amava, seus pensamentos involuntariamente tomaram um rumo um tanto indecente.
Ela engoliu em seco e estendeu a mão para tocar o peito dele.
Sandro recuou um passo, a encarando com olhos assustados.
A mão de Clara ficou suspensa no ar, constrangida, enquanto seu rosto ficava ainda mais vermelho.
Mordendo os lábios, ela recolheu a mão.
— Desculpa...
Sandro